Nunca acreditei nesse troço. Sempre achei frescura de guria fresca. Coisa de quem não tem coragem de admitir que acordou de mau humor ou está num mal dia. Até um dia em que cheguei no trabalho e não tive vontade de dar bom dia. Sei lá, não estava a fim. Mesmo assim, minhas "gentis" colegas falaram em coro: "Bom diaaa!". Por educação [lógico] respondi: bom dia... [sem saber o que tem de bom]. Passado uns 15 minutos pego minha supervisora me encarando...[mas que diabos ela quer????] e depois afirma: "Tu não está bem hj... O que tu tens?" "Eu???? Tô bem sim!!! "
Mais uma meia hora e outra colega: "O que tu tem hoje?" [nada que te interesse, coisa mais metida!] "Eu? Nada..." [resolveram tirar o dia pra pegar no meu pé! Só pode...]. Chega um menina do 3° andar, geralmente nos encontramos na hora do almoço, me olha e diz: "Tudo bem contigo?" [não me contive] "TPM!"
Passei o resto do dia sem ninguém me dirigir a palavra. Santa TPM.
Fê P.
.. by Luluca [ aquela irmã gêmea da Fabi D. ]
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

E quem nunca passou por isso?!rs...obrigada por me seguir, estou por aqui tb! :)
ResponderExcluirVisitando... :)
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